BEM VINDO AO MANIA COLORIDA

28 de setembro de 2010

DESIGN III

Mais alguns ítens para a coleção de objetos exóticos.
Divirtam-se!
Um abração,
Dagui





























26 de setembro de 2010

ISSO É O QUE EU CHAMO DE RESPIRAR MÚSICA


A imagem realmente é capaz de transmitir idéias fascinantes!
Capta todos os sentimentos e sobressai a todas as linguagens por ser capaz de expressar o que longos textos não conseguem!
Rapidinho não?
Quis compartilhar esta imagem com vocês hoje, achei curiosa.

Um grande abraço,
Dagui

22 de setembro de 2010

BEN HEINE

Estou pesquisando algumas atividades de artes para desenvolver com as crianças em sala de aula. Reservo toda semana um momento especial para esta atividade. Existe muito material interessante e inúmeras técnicas que podem ser aplicadas.
Encontrei algo interessante. Um artista belga que trabalha com desenho de modo a interferir em imagens como fotografias. Ele trabalha com fotografia, ilustrações e outros desenhos. Mas estes são bastante curiosos. Ele tem até um blog.
Quem desejar dar uma olhada o endereço é http://benjaminheine.blogspot.com/.
Sugestão de trabalho:
Preparar um material com recortes de revistas.
Escolher algumas imagens e colar previamente sobre o papel.
A criança então fará a sua interferência completando o desenho.
Para alunos maiores, pode-se colar a imagem toda, ou deixar que eles mesmos escolham a imagem de sua preferência e sobre ela insiram um papel com o desenho modificando-a ou reproduzindo uma parte dela.
Agora deliciem-se com alguns trabalhos de Ben Heine:





























Magnífico não?

Abraços,
Dagui

21 de setembro de 2010

CIRQUE DU SOLEIL

SUPERBOY

Não sei como eles conseguem fazer isso!
Mas é fantástico.

Tenham um excelente dia,
aproveitem bem o seu tempo!
Dagui

15 de setembro de 2010

MUSEU PARA TODOS


Recebo semanalmente a programação da Pinacoteca do Estado de São Paulo e algumas chego a postar no blog. Esta, em especial, chamou-me a atenção pela referência que faz à responsabilidade educacional dos museus enquanto entidades que preservam nossa memória artística e cultural. Um tema que aliás, há tempos quero abordar num post.
A palavra "Museu" nos remete à um conceito de espaço onde são catalogados e arquivados objetos antigos, velhos, em desuso e que ao mesmo tempo fizeram parte de algum acontencimento histórico importante. Em geral, um local escuro, onde além de antiguidades, convive-se com o cheiro de "coisas" guardadas. Ah... não dá para esquecer do livro de presença, que é assinado antes ou após a visitação ao acervo. Este último, preferencialmente intocável, não fotografável - em muitas instituições museológicas - constituem um sentimento de "mini-mausoléu" ... e tantas outras definições que povoam o nosso imaginário a respeito destes locais de HISTÓRIA VIVA, PRESENTE E RADIANTE!!!
A história dos museus no Brasil é de longa data.

"A mais antiga experiência museológica de que se tem notícia no Brasil remonta ao século XVII e foi desenvolvida durante o período da dominação holandesa, em Pernambuco. Consistiu na implantação de um museu (incluindo jardim botânico, jardim zoológico e observatório astronômico) no grande parque do Palácio de Vrijburg. Mais adiante, já na segunda metade do século XVIII, no Rio de Janeiro, surgiria a famosa Casa de Xavier dos Pássaros – na verdade, um museu de história natural – cuja existência prolongou-se até o início do século XIX. Ainda que essas duas experiências museológicas não tenham se perpetuado, elas são ainda hoje notáveis evidências de que, pela via dos museus, ações de caráter preservacionista foram levadas a efeito durante o período colonial. De qualquer modo, acontecimentos museais capazes de se enraizar na vida social e cultural brasileira só seriam perpetrados após a chegada da família real portuguesa, em 1808, um marco sem precedentes. É nesse quadro que, em 1818, foi criado o Museu Real, hoje Museu Nacional da Quinta da Boa Vista e, em 1816, a Escola Real de Ciências, Artes e Ofícios.Em 1826, quatro anos depois da Independência, foi inaugurado o primeiro salão da Academia Imperial de Belas Artes (que, a rigor, pode ser considerado um dos antecedentes do Veredas e construções
de uma política nacional de museus, atual Museu Nacional de Belas Artes).
De modo gradativo, a imaginação museal no Brasil foi se construindo com as experiências desenvolvidas no século XIX, sobretudo a partir de sua segunda metade. Nesse sentido, merecem destaque a criação do museu do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1838), do Museu do Exército (1864), da Sociedade Filomática (1866) – que daria origem ao Museu Paraense Emílio Goeldi – do Museu da Marinha (1868), do Museu Paranaense (1876) e do Museu Paulista (1895). Este breve esboço da constituição da imaginação museal no Brasil permite compreender que, mesmo antes do surgimento das universidades e dos institutos públicos de preservação do patrimônio cultural, os museus já exerciam as funções de pesquisa, preservação, comunicação patrimonial, formação e capacitação profissional." (trecho explicativo extraído dos documentos referentes à Política Nacional dos Museus editado pelo Ministério da Cultura).

E desde então, até os dias de hoje, ocorreram mudanças substanciais na estrutura de organização e administração das instituições museológicas. No intuito de "aproximar" o museu da sociedade e a sociedade do museu, inúmeras conferências e discussões vem sendo palco de grandes mudanças. Hoje, o museu - mesmo que timidamente - ganha espaço como difusor de cultura e preservação não só de objetos antigos, obras de arte, mas da memória e identidade nacional. Memória viva, presente no "ontem" e no "hoje".
Na verdade, o termo "timidamente" refere-se à cultura ainda fortemente enraizada no imaginário popular que transmite à idéia de obsoleto, como descrito no início deste artigo.
A Política Nacional elaborada para os museus e preservação de todo o patrimônio histórico cultural, seja ele material ou imaterial, define algumas metas de ação prática, que envolve imprescindivelmente atividades "educacionais" dentro das insituições museológicas. Espaços educativos estão cada vez mais presentes e são necessários na tarefa de abrir a porta da história como algo inerente à sociedade. Promover o acesso à cultura à todas as camadas sociais, à populações distintas, de diferentes espaços culturais e todas as idades. Este é o objetivo.

Lançada em 16 de maio de 2003, a Política Nacional de Museus, ainda que com caráter republicano ganha destaque pela sua força na ação e movimentação social. Sendo esta a sua principal característica, acaba por extrapolar os moldes das políticas convencionais existentes até então.
Metodologicamente, divide-se em quatro etapas, a saber:

1. Elaboração de um documento básico para discussão geral com a participação de representantes de entidades e organizações museológicas e universidades, além de profissionais de destacada atuação na área. Esse documento levou em conta a “Carta de Rio Grande” e o texto “Imaginação museal a serviço da Cultura”.

2. Apresentação e debate público do documento básico, em reuniões ampliadas, no Rio de Janeiro e em Brasília, entre 23 e 27 de março de 2003, com a participação de 23 diretores de museus, representantes das secretarias estaduais e municipais de cultura, professores de universidades, representantes de entidades e organizações museológicas de âmbito nacional e internacional. Mais de uma centena de pessoas.

3. Ampla disseminação e discussão do documento básico por meio eletrônico e reuniões presenciais. Profissionais de museus de diferentes áreas do conhecimento, professores, estudantes, aposentados, pesquisadores, técnicos, gestores culturais, líderes comunitários, políticos, educadores, jornalistas e artistas – enfim, todos os interessados em participar do debate – puderam contribuir livre e democraticamente para o aprimoramento da proposta inicial. Além das múltiplas e expressivas contribuições nacionais, o documento contou também com a leitura crítica, atenta e sugestiva de profissionais que atuam na França, na Holanda e em Portugal.

4. Finalmente, uma equipe mista, formada por representantes do poder público e da sociedade civil, consolidou as diferentes sugestões e apresentou uma nova versão para o documento inicial. Essa versão foi mais uma vez submetida ao debate por meio eletrônico, corrigida, ajustada, aprovada, publicada e lançada no outono de 2003. 

Baseado nesta estruturação foram também definidos e adotados alguns princípios na orientação da Política Nacional de Museus:

1. Estabelecimento e consolidação de políticas públicas para os campos do patrimônio cultural, da memória social e dos museus, visando à democratização das instituições e do acesso aos bens culturais.

2. Valorização do patrimônio cultural sob a guarda dos museus, compreendendo-os como unidades de valor
estratégico nos diferentes processos identitários, sejam eles de caráter nacional, regional ou local.

3. Desenvolvimento de práticas e políticas educacionais orientadas para o respeito à diferença e à diversidade cultural do povo brasileiro.

4. Reconhecimento e garantia dos direitos das comunidades organizadas de participar, com técnicos e gestores culturais, dos processos de registro e proteção legal e dos procedimentos técnicos e políticos de definição do patrimônio a ser musealizado.

5. Estímulo e apoio à participação de museus comunitários, ecomuseus, museus locais, museus escolares e outros na Política Nacional de Museus e nas ações de preservação e gerenciamento do patrimônio cultural.

6. Incentivo a programas e ações que viabilizem a conservação, a preservação e a sustentabilidade do patrimônio cultural submetido a processo de musealização.

7. Respeito ao patrimônio cultural das comunidades indígenas e afro-descendentes, de acordo com as suas especificidades e diversidades.

Para tanto, o IPHAN e o IBRAM (este último criado em 2009 pelo governo federal) formam o comando destas ações na viabilização de todos os projetos que visem ao cumprimento e instituição das Políticas Nacionais e dos Princípios definidos como básicos para a "quebra" de paradigmas que "conceituam ou conceituavam" o nosso imaginário acerca de nossa história preservada nestes espaços de cultura.
Visitar um museu, não é apenas um passeio cultural, ou programa de sábado e domingo. É sem dúvida um encontro com as raízes do povo brasileiro, um enlace com a nossa origem, que permite destrinchar o que fomos no passado e o que somos hoje como nação multi-étnica, multi-cultural, diversa e magnífica.

Bom passeio!
E quando visitar um museu, deixe de lado tudo o que aprendeu sobre ele. Coloque o óculos da crítica e se coloque na posição de autor e participante desta história riquíssima da qual faz parte, cidadão brasileiro!

Super abraço,
Dagmar

texto: Dagmar

6 de setembro de 2010

HOJE O DIA COMEÇOU MAIS DO QUE ESPECIAL

É uma grande satisfação e motivo de alegria poder informar que já foi encontrado o doador de medula para o Pastor Erno Kufeld! Estamos todos muito gratos e felizes pela notícia!
Então selecionei uma mensagem que guardo com muito carinho e se chama:

"O Bordado de Deus"

Quando eu era pequena, minha mãe costumava cozer muito. Eu me sentava perto dela e perguntava o que estava fazendo. Ela me respondia que estava bordando.
Sendo eu pequena, observava de baixo o seu trabalho, por isso eu reclamava dizendo-lhe que só via uns fios feios. Ela sorria, olhava para baixo e dizia:
- “Filha, vai brincar lá fora um tempinho e quando eu tiver terminado o bordado te colocarei no meu colo e você o verá de cima”.
Me questionava porque ela usava alguns fios escuros e porque me pareciam tão desordenados de onde eu estava. Mais tarde escutava a sua voz dizendo-me:
- “Filha, vem, senta no meu colo”.
Eu o fiz imediatamente e me surpreendi. Emocionei-me ao ver a formosa flor e o belo entardecer no bordado. Não podia acreditar; de baixo só via alguns fios enrolados. Então minha mãe me dizia:
- “Minha filha, de baixo se vê confuso e desordenado, porém você não percebia que por cima havia um plano. Eu tinha um desenho formoso".
-"Agora olha daqui de onde estou e veja como está bonito.”
Muitas vezes, ao longo dos anos eu olhei para o céu e dizendo:
- “Pai que estás fazendo?”.
Ele me respondia:
- “Estou bordando a tua vida.”
 Então eu replicava:
- Mas vejo tudo tão confuso! É uma desordem. Os fios parecem tão escuros, porque não são mais brilhantes?
O Pai parecia dizer-me:
- “Minha filha, ocupa-te do teu trabalho confiando em Mim e um dia te trarei ao céu e te porei sobre meu colo e verás o plano da minha posição."
"Então entenderás...”


Assim acontece em nossa vida!
Mas Ele prontamente nos atende, sempre!
Estamos felizes pelo Erno e reforçamos o pedido.
Procure um hemocentro mais próximo e faça seu cadastro!
Você poderá ser a diferença na vida de alguém!

Um excelente dia!
Um grande, grande, grande abraço
da Dagui!

4 de setembro de 2010

SEJA UM DOADOR DE MEDULA ÓSSEA

Boa tarde meus amigos!
Continuamos firmes e perseverantes na busca e na oração por Erno! Fui hoje pela manhã ao Hemocentro e me deram as seguintes informações numa folha impressa.
O cadastro é rápido, fácil e a coleta leva menos de um minuto.
Procure o centro de coleta de sua cidade, ou mais próximo a você. Seguem alguns endereços:

Onde Cadastrar-se como Doador de Medula Óssea
(levar RG e CPF)


No site da AMEO - Associação da Medula Óssea é possível fazer um pré-cadastro online.

CLIQUE PARA ENTRAR



Alagoas
HEMOAL
Avenida Jorge de Lima, 58 - Trapiche -
(82) 315 2102 e 315 2109

Amazonas
HEMOAM - Manaus
Av. Constantino Nery, 4387 - Chapada - próximo ao Estádio Vivaldão
(92) 656-4020, ramal 26

Brasília - DF
Central de Captação de Órgãos - SMHS-Hospital de Base do DF, mezanino, sala 102
(61) 325 5055

Goiânia
HEMOG
Av. Anhanguera, 5195, Setor Coimbra
(62) 291 5020 / 2915023
Obs: Ccomparecer de 2ª à 5ª feira das 7h30min às 11h e procurar o Serviço de Psicologia - Não é necessário agendar horário com antecedência.

SANTA CASA DE GOIÂNIA
Rua Campinas, 1135
Tel. (62) 254-4056
Resp. Dr. Fernando Vinhal

Minas Gerais
HEMOMINAS
Rua Domingos Vieira, 319 - 2# andar - Santa Efigênia
Belo Horizonte - MG
Tel. (31) 241-6333
Responsável: Dra. Anna Carneiro

Mato Grosso do Sul
HEMOSUL
Av. Fernando Correia da Costa, 1304
Campo Grande - MS
Tel. (67) 382-3264 e (67) 321 8877 (Central Estadual de Transplantes)
OBS: Maiores informações podem ser obtidas com Dina no telefone (67) 312 1500
Responsável: Dr. Paulo Júnior

Pará
HEMOPA
Travessa Padre Eutiquio, 2109
Belém - Pará
Tel. (91) 242-9100
Responsável: Dra. Zenilda Beatrimi

Paraná
HEMOPAR - Hemocentro Regional de Cascavel
Rua Avaetés, nº 370 (fundos do Hospital Universitário) - Bairro Santo Onofre
(45) 226-4549 ou e-mail: sesahemo@pr.gov.br

HEMEPAR - Curitiba
Rua João Prosdóscimo, 145 (atrás do Hospital Oswaldo Cruz-
(41) 362 2030

HOSPITAL DAS CLINICAS DA UFPR - Curitiba
Rua General Carneiro esquina com Rua Agostinho Leão Júnior
(41) 360 1800 - ramal 6113

HEMOCENTRO DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - Londrina
Av. Robert Koch, nº 60 - Vila Operária
(43) 3371 2000 - hurnp@uel.br

SOC. PARANAENSE DE CULTURA
HOSPITAL CAJURU
Lab. de Imunogenética
Tel. (41) 360-3196
Responsável: Dra. Cristina Von Glein

Pernambuco
HEMOPE
Av. Ruy Barbosa, 375
Recife - Pernambuco - PE
Tel. (81) 421-5430 (Central de Transplantes - (81) 3421-1311 ou 0800-2811285)
Responsável: Dr. Anderson Araujo

Piauí
HEMOPI - Hospital Getúlio Vargas
OBS: Comparecer no Hospital Getúlio Vargas na Rua Primeiro de Maio, nº 235 - térreo na sala "Doação de Órgãos" para se cadastrar como doadora de medula óssea. Após o cadastro, a pessoa precisará ir ao HEMOPI na Rua Alvaro Mendes, nº 1988 para que seja coletada a amostra de sangue. Maiores informações através do telefone (86) 221 4927.

Rio de Janeiro
HEMORIO
Rua Frei Caneca, 8 - Centro
Rio de Janeiro - RJ
Tel. (21) 2240-2494 - 2232-6919 - 2224-7030
Responsável: Dra. Katia Machado

Rio Grande do Norte
HEMONORTE - Natal
Av. Almirante Alexandrino de Alencar, s/nº, próximo ao Bosque dos Namorados - Natal / RN
telefone (84) 232 6724 / 232 6702 Dra. Rose (para agendar data para o cadastramento)

Rio Grande do Sul
CENTRAL DE TRANSPLANTES DO RIO GRANDE DO SUL
Tel. (51) 3217-1616 ou (51) 3219-1900
OBS: Será feito o agendamento e indicação do local mais próximo para se fazer o teste.

SANTA CASA DE PORTO ALEGRE
Hospital Dom Vicente Schrer
Av. Independência, 155 - Porto Alegre
Tel. (51) 3214-8670
Responsável: Dr. Jorge Neumann

São Paulo
HEMOREDE-SP
Av. Dr. Arnaldo, 351
São Paulo - SP
Tel. (11) 853-2254
Responsável: Dr. Dimas Tadeu

HEMOCENTRO DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA - SP
Rua Marquês de Itú, 579 - Vila Buarque (próximo ao Metrô Santa Cecília)
São Paulo - SP
Informações: pelo email: medulaossea@doadores.org
Responsável: Dra. Carmen Vergueiro
OBS: Horários disponíveis para fazer o exame: de 2ª à 6ª feira das 7h às 18h e aos sábados das 7h às 15h. Não é necessário agendar com antecedência. (estacionamento gratuito na Rua Dr. Césario Mota Júnior, nº 112)
(11) 3226-7258 ou 3224-0122 ramal 5989

UNICAMP - Campinas
Rua Carlos Chagas, 480 (próximo ao Hospital do HC dentro do campus da Unicamp) - E-mail: doadordemedula@unicamp.com.br
Comparecer pessoalmente para abertura de cadastro no endereço acima munido do documento de identidade.
Horário para abertura de cadastro: 2ª a 6ª feira das 9h às 15h
(19) 3788-8705

HEMONÚCLEO - Jaú
Rua Dona Silvéria, nº 150 (junto ao Hospital Amaral Carvalho)
(14) 620 1356
OBS: Agendar data para assistir uma palestra e uma fita de vídeo sobre doação de medula e posteriormente a convocação para a coleta de uma amostra de sangue.

HEMOCENTRO DE RIBEIRÃO PRETO
Rua Tenente Catão Roxo, 2501 - campus da USP
Tel. 0800-996049 - de 2ª à 6ª das 8h às 17h e fazer um pré-cadastro. Posteriormente, o Hemocentro entrará em contato agendando a data para comparecimento em uma palestra e coleta do sangue.

Santa Catarina
HEMOSC
Avenida Othon Gama d'Eça, s/n - Centro - ao lado do Hospital Celso Ramos
Tel. (48) 251 9733
OBS: Não é necessário agendar com antecedência, basta comparecer levando R.G.
Para saber onde se cadastrar como doador de medula óssea em outras localidades ligue para o Disque Saúde - Telefone: 0800- 611997

Para a busca de um doador compatível para o transplante de medula óssea entre em contato com:

REDOME
Rua Sacadura Cabral, 178, Anexo 4, 4ºandar (bairro Saúde - Hospital dos Servidores do Estado)
20221-161 Rio de Janeiro - RJ
Tel: (21) 2291 3131 ramais 3301 e 3579
Tel/Fax: (21) 2233 9716
http://www.inca.gov.br/
redome@inca.gov.br



SAIBA MAIS SOBRE TRANSPLANTE E DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA



O Transplante de Medula Óssea é a única esperança de cura para muitos portadores de leucemias e algumas outras doenças do sangue.
Qualquer pessoa entre 18 e 55 anos com boa saúde poderá doar Medula Óssea. Esta é retirada do interior de ossos da bacia, através de punções e se recompõe em apenas 15 dias.
Tudo seria muito simples e fácil, se não fosse o problema da compatibilidade entre as medulas do doador e do receptor. A chance de encontrar uma medula compatível pode chegar a UMA EM UM MILHÃO.
Por isso, são organizados Bancos de Doadores de Medula Óssea, cuja função é cadastrar pessoas dispostas a doar. Quando um paciente necessita de transplante, esse cadastro é consultado. Se for encontrado um doador compatível, ele será convidado a fazer a doação.
Para o doador, a doação será apenas um incômodo passageiro. Para o doente, será a diferença entre a vida e a morte.

A doação de medula óssea é um gesto de solidariedade
e de amor ao próximo.



Você gostaria de doar?

1. Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde.

2. Ligue para o Disque Saúde 0800 611997, para o CEMO - Centro de Transplante de Medula Óssea (21) 2506 6215 ou REDOME - Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea, do INCA, no Rio de Janeiro: (21) 2233 9716.

3. Será retirada por sua veia uma pequena quantidade de sangue (10ml).

4. Seu sangue será tipado para HLA, que é um teste de laboratório para identificar sua genética.

5. Seu tipo de HLA será colocado em nosso cadastro.

6. Quando aparecer um paciente, sua compatibilidade será verificada.

7. Se você for compatível com o paciente, outros exames de sangue serão necessários.

8. Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para decidir quanto à doação.

9. Seu atual estado de saúde será então avaliado.

10. A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas.

Fonte:
INCA - CEMO - Praça Cruz Vermelha, 23
20230-130 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 2506-6214 Fax: (21) 2506-6691
Copyright © 1996-2003 INCA - Ministério da Saúde
Gerenciado pelas divisões de Comunicação Social e Informática

ORIENTAÇÕES PARA DOADORES DE MEDULA



O que é medula óssea?

A medula óssea, encontrada no interior dos ossos, produz os componentes do sangue, incluindo as células brancas, agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo.

Quem necessita de transplante de medula óssea?

Pacientes com produção anormal de células sangüíneas, geralmente causada por algum tipo de câncer no sangue, como, por exemplo, leucemias. Além de portadores de aplasia de medula ou pacientes cuja medula tenha sido destruída por irradiação, etc.

Quais as chances de se encontrar um doador compatível?

Estima-se que seja por volta de 35% entre doadores parentes e de 0,1% entre pessoas não aparentadas. A compatibilidade é medida pela semelhança de antígenos entre doador e receptor.

O que acontece se não há um doador compatível entre os familiares do paciente?

Procura-se um doador compatível num Banco de Medula Óssea. O Banco necessita de um número elevado de voluntários para aumentar a possibilidade de encontrar um doador compatível.

Se um doador compatível é encontrado, o que acontece?

O próximo passo é ter certeza de que ele quer fazer a doação.

O que acontece com o doador antes da doação?

Ele passa por um exame clínico para certificar seu bom estado de saúde. Não há nenhuma exigência quanto a mudanças de hábitos de vida, de trabalho ou de alimentação.

Como a medula é removida?

Os doadores passam por uma pequena cirurgia de aproximadamente 90 minutos. São feitas de 4 a 8 punções na região pélvica posterior para aspirar a medula.

Qual a quantidade de medula óssea extraída?

Menos de 10%. Dentro de poucas semanas a medula doada será recomposta pelo doador.

Quais são os riscos para os doadores?

Os riscos são praticamente inexistentes. Até hoje não há relato de nenhum acidente grave devido a este procedimento. Os doadores costumam relatar um pouco de dor no local da punção.

Como os pacientes recebem a medula óssea?

Depois de um tratamento que destrói a própria medula, o paciente recebe a nova medula por meio de transfusão. Em duas semanas, a medula transplantada já estará produzindo células novas.

Fonte:
INCA - CEMO - Praça Cruz Vermelha, 23
20230-130 - Rio de Janeiro - RJ
Tel.: (21) 2506-6214 Fax: (21) 2506-6691
Copyright © 1996-2003 INCA - Ministério da Saúde
Gerenciado pelas divisões de Comunicação Social e Informática



O que é medula óssea?


É um tecido líquido que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por "tutano". Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas. Pelas hemácias, o oxigênio é transportado dos pulmões para as células de todo o nosso organismo e o gás carbônico é levado destas para os pulmões, a fim de ser expirado. Os leucócitos são os agentes mais importantes do sistema de defesa do nosso organismo, inclusive nos defende das infecções. As plaquetas compõem o sistema de coagulação do sangue.

Qual a diferença entre medula óssea e medula espinhal?

Enquanto a medula óssea, como descrito anteriormente, é um tecido líquido que ocupa a cavidade dos ossos, a medula espinhal é formada de tecido nervoso que ocupa o espaço dentro da coluna vertebral e tem como função transmitir os impulsos nervosos, a partir do cérebro, para todo o corpo.

O que é transplante de medula óssea?

É um tipo de tratamento proposto para algumas doenças malignas que afetam as células do sangue. Ele consiste na substituição de uma medula óssea doente, ou deficitária, por células normais de medula óssea, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula. O transplante pode ser autogênico, quando a medula ou as células precursoras de medula óssea provêm do próprio indivíduo transplantado (receptor). Ele é dito alogênico, quando a medula ou as células provêm de um outro indivíduo (doador). O transplante também pode ser feito a partir de células precursoras de medula óssea obtidas do sangue circulante de um doador ou do sangue de cordão umbilical.

Quando é necessário o transplante?

Em doenças do sangue como a Anemia Aplástica Grave e em alguns tipos de leucemias, como a Leucemia Mielóide Aguda, Leucemia Mielóide Crônica, Leucemia Linfóide Aguda. No Mieloma Múltiplo e Linfomas, o transplante também pode estar indicado.
Anemia Aplástica: É uma doença que se caracteriza pela falta de produção de células do sangue na medula óssea. Apesar de não ser uma doença maligna, o transplante surge como uma saída para "substituir" a medula improdutiva por uma sadia.
Leucemia: É um tipo de câncer que compromete os glóbulos brancos (leucócitos), afetando sua função e velocidade de crescimento. O transplante surge como uma forma de tratamento complementar aos tratamentos convencionais.

Como é o transplante para o doador?

Antes da doação, o doador faz um exame clínico para confirmar o seu bom estado de saúde. Não há exigência quanto à mudança de hábitos de vida, trabalho ou alimentação. A doação é feita por meio de uma pequena cirurgia, de aproximadamente 90 minutos, em que são realizadas múltiplas punções, com agulhas, nos ossos posteriores da bacia e é aspirada a medula. Retira-se um volume de medula do doador de, no máximo, 10% do seu peso. Esta retirada não causa qualquer comprometimento à saúde.

Como é o transplante para o paciente?

Depois de se submeter a um tratamento que destrói a própria medula, o paciente recebe a medula sadia como se fosse uma transfusão de sangue. Essa nova medula é rica em células chamadas progenitoras, que, uma vez na corrente sangüínea, circulam e vão se alojar na medula óssea, onde se desenvolvem. Durante o período em que estas células ainda não são capazes de produzir glóbulos brancos, vermelhos e plaquetas em quantidade suficiente para manter as taxas dentro da normalidade, o paciente fica mais exposto a episódios infecciosos e hemorragias. Por isso, deve ser mantido internado no hospital, em regime de isolamento. Cuidados com a dieta, limpeza e esforços físicos são necessários. Por um período de 2 a 3 semanas, necessitará ser mantido internado e, apesar de todos os cuidados, os episódios de febre são quase uma regra no paciente transplantado. Após a recuperação da medula, o paciente continua a receber tratamento, só que em regime ambulatorial, sendo necessário, por vezes, o comparecimento diário ao hospital.

Quais os riscos para o paciente?

A boa evolução durante o transplante depende de vários fatores: o estágio da doença (diagnóstico precoce), o estado geral do paciente, boas condições nutricionais e clínicas, além, é claro, do doador ideal. Os principais riscos se relacionam às infecções e às drogas quimioterápicas utilizadas durante o tratamento. Com a recuperação da medula, as novas células crescem com uma nova "memória" e, por serem células da defesa do organismo, podem reconhecer alguns órgãos do indivíduo como estranhos. Esta complicação, chamada de doença enxerto contra hospedeiro, é relativamente comum, de intensidade variável e pode ser controlada com medicamentos adequados. No transplante de medula, a rejeição é rara.

Quais os riscos para o doador?

Os riscos são poucos e relacionados a um procedimento cirúrgico que necessita de anestesia geral, sendo retirada do doador a quantidade de medula óssea necessária (menos de 10%). Esta pequena cirurgia tem duração de aproximadamente 90 minutos e consiste de 4 a 8 punções na região pélvica posterior para aspiração da medula. Dentro de poucas semanas, a medula óssea do doador estará inteiramente recuperada. Uma avaliação pré-operatória detalhada avalia as condições clínicas e cardiovasculares do doador visando a orientar a equipe anestésica envolvida no procedimento operatório.

O que é compatibilidade?

Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade tecidual entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade tecidual é determinada por um conjunto de genes localizados no cromossoma 6. Por isso, devem ser iguais entre doador e receptor. Esta análise é realizada em testes laboratoriais específicos, a partir de amostras de sangue do doador e receptor, chamados de exames de histocompatibilidade. O laboratório do Centro de Transplante de Medula Óssea funciona no Hospital dos Servidores do Estado. Com base nas leis de genética, as chances de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 35%.

O que fazer quando não há um doador compatível?

Quando não há um doador aparentado (um irmão ou outro parente próximo, geralmente um dos pais), a solução é procurar um doador compatível entre os grupos étnicos (brancos, negros amarelos....) semelhantes. Embora, no caso do Brasil, a mistura de raças dificulte a localização de doadores, é possível encontrá-los em outros países. Desta forma surgiram os primeiros Bancos de Doadores de Medula, em que voluntários de todo o mundo são cadastrados e consultados para pacientes de todo o planeta. Hoje, já existem mais de 5 milhões de doadores. O Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME) coordena a pesquisa de doadores nos bancos brasileiros e estrangeiros.


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Um grande abraço a todos!
Dagui

2 de setembro de 2010

A MÚSICA É UMA LINGUAGEM UNIVERSAL

Definitivamente a música se faz entender em todas as línguas e culturas. Se não o faz pela força de sua letra, o faz pela sensibilidade da melodia!!!

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Um grande abraço
e
muita música para vocês!
Com carinho da Dagui